Créditos no undress app: uma moeda com câmbio próprio
Todo undress app cobra por operação, de um jeito ou de outro. Entender os créditos é entender quanto você vai pagar por imagem que presta.
Os créditos no undress app são um saldo pré-pago, com nomes variados: créditos, moedas, tokens. Cada geração desconta um pouco, e o quanto desconta depende do modo. Uma imagem simples custa menos; uma em alta resolução custa mais; um clipe custa várias vezes mais. Some a isso as tentativas que não deram certo, e o pacote que parecia render cinquenta imagens rende quinze.
Não é truque: é a forma como o custo de processamento chega até você. O problema é que a página de venda mostra só o primeiro número. Este guia ensina a chegar no segundo antes de pagar.
Valores de cada app ficam a confirmar nas avaliações, porque mudam com frequência e com o câmbio. Aqui está o método, que vale para qualquer tabela.
Preço por imagem boa = custo da operação × tentativas por imagem. Qualquer outro número é propaganda.
Três jeitos de cobrar
Assinatura, pacote de créditos e cobrança avulsa servem a perfis de uso diferentes.
Na assinatura, você paga a mesma quantia todo mês (ou de uma vez por ano) e recebe uma cota de gerações para esse período. É boa para quem usa toda semana. Os riscos: o limite que sobra não passa para o mês seguinte, e a renovação acontece mesmo no mês em que você não abriu o app.
O pacote de créditos é saldo pré-pago, gasto conforme a operação. Bom para uso irregular. O risco é a validade: pacotes grandes, com preço unitário menor, podem vencer antes de você usar tudo.
A cobrança avulsa cobra por geração ou por download. Cada unidade sai cara, mas para uma única imagem ninguém paga menos. O risco é o hábito: dez compras avulsas costumam passar do preço de um pacote.
Calculando em cada formato
| Formato | Conta | Armadilha |
|---|---|---|
| Assinatura | valor do mês ÷ operações que você realmente faz | limite não usado se perde |
| Pacote de créditos | saldo ÷ (custo do modo × tentativas) | validade e modos mais caros |
| Avulso | preço × número de tarefas | o mais caro por unidade |
| Plano "ilimitado" | ler a política de uso justo | limite escondido nos termos |
Um exemplo com números inventados
Números de mentira, só para ilustrar o raciocínio. Nenhum app real cobra exatamente isso.
Suponha um pacote de 200 moedas por R$ 60. Uma imagem custa 10 moedas, então a página sugere 20 imagens a R$ 3 cada. Agora some a realidade: cada imagem aceitável leva, em média, quatro tentativas. São 40 moedas por imagem, 5 imagens por pacote, R$ 12 cada.
Se cada correção de trecho também custa 10 moedas e você faz uma por imagem, sobe para 50 moedas: 4 imagens, R$ 15 cada. Cinco vezes o que a página sugeria, sem nenhuma letra miúda escondida. A diferença está toda na regra de cobrança.
Perguntas que fecham a conta
Antes de comprar, encontre cada resposta na tabela de preços, nos termos ou no painel. Cada uma altera o resultado.
- Quantas moedas sai cada operação no seu modo
- Se a tentativa frustrada também desconta
- Se retocar uma parte vale como geração inteira
- Se a imagem em alta resolução tem preço próprio
- Se o saldo passa de um mês para o outro
- Em quanto tempo os créditos vencem
- Como desligar a renovação e se há reembolso
Em plano com teste grátis que pede cartão, anote fora do app a data da primeira cobrança. Dá para cancelar até a véspera, mas lembrete quase nunca chega.
Assinatura ou créditos?
Uso de vez em quando
Duas ou três semanas por ano, poucas imagens em cada uma. A assinatura cobraria doze meses por três de uso. Créditos com validade longa ganham com folga.
Uso toda semana
Trinta imagens por mês, todo mês. Recarregar créditos sai mais caro por unidade, e uma assinatura com limite acima do seu mês mais cheio compensa. Calcule pelo pico, e não pela média, e confira se o vídeo entra no limite ou é cobrado à parte.
Dois perfis
Quem quer uma imagem
Procure cobrança avulsa ou o menor pacote com validade longa. Antes, teste no plano gratuito: às vezes a resolução reduzida já resolve.
Quem produz séries
Compare assinatura e pacote grande usando o mês mais cheio. Separe imagem e vídeo na conta; o guia sobre os modos de um undress AI app mostra por que o vídeo pesa tanto.
Dois truques comuns
O preço do primeiro mês
Um valor promocional grande na tela e, embaixo, quase invisível, o preço normal que entra a partir da segunda fatura. Ou o preço mensal de um plano anual cobrado de uma vez. Leia quanto será cobrado e quando.
O pacote "econômico"
O maior pacote tem o menor preço por moeda. Só é economia se você usar tudo antes de vencer. Compare o preço das moedas que você vai gastar, e não das que vai comprar.
Dois cuidados com a fatura
Dólar, câmbio e IOF
Boa parte dos apps cobra em dólar. Na fatura entram o câmbio da data e o IOF de compra no exterior, então a mesma assinatura oscila de um mês para outro. Compare apps sempre pelo valor final em reais, e não pelo número em dólar.
O nome na fatura
O nome do serviço na fatura do cartão pode ser genérico ou diferente da marca. Anote como ele aparece: isso ajuda a identificar a cobrança e a cancelar ou contestar, se for o caso.
O peso de cada modo no saldo
Pense no saldo como uma conta corrente com tarifas diferentes. A imagem simples é a tarifa básica. A alta resolução cobra um adicional. A correção de trecho, conforme o app, é cobrada como operação inteira ou como fração. O clipe é a tarifa mais alta, muitas vezes um múltiplo da imagem.
Antes de comprar, anote quanto cada uma dessas tarifas custa no app que você escolheu. Com esses quatro números anotados, dá para prever o gasto do mês com boa precisão.
Faça o mesmo exercício com o seu uso real: quantas imagens por semana, quantas viram clipe, quantas pedem correção. Multiplique e some. O resultado é o tamanho de pacote ou de plano que você precisa, e quase sempre é menor do que o pacote "recomendado" pela loja do app.
Se a conta der muito acima do que você quer gastar, reveja o modo: trocar vídeo por imagem ou criar por texto em vez de editar pode cortar o gasto pela metade.